A sua face lembra a de um anjo. Seria um anjo mau ou um anjo bom? Quero descobrir. Cada detalhe... é tudo tão perfeito. Você existe mesmo? Não me diga que não. Se for um sonho, não tenho pretensão alguma de acordar. Aqui no céu, sua beleza reina e ofusca tudo a minha volta a ponto de só conseguir enxergar você. Aliás, existe doença no céu? Começo a acreditar que sim. Seria você uma doença? A minha doença? Se for, quero sentir essa dor eternamente. Essa doença me faz sentir cada vez mais viva. Estou viva novamente, viva para algo que achava que estava morto. Estou viva mesmo nos céus! Eu sinto de novo! Sinto dor, sinto amor, sinto cor. Realmente, sinto cor! Está tudo mais colorido. Acabaram os tons acinzentados que permeavam minha visão. Se é um sonho, obrigada pela sensação do sonhar. Sonhar dormindo. Sonhar acordada. Sonhar de novo. É o início do ciclo que pode estar perto do fim ou apenas começando, mas o importante é que o ciclo existe. Interessante notar que eu ainda existo.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Sobre rock e amores ausentes
Sabe... eu gosto dessa liberdade. Eu amo esse desapego. Tudo é tão alegre, relaxante, cativante... Os problemas não existem. Mas até que ponto o problema é realmente um problema?
Ahhh.... que doce sabor tem essa liberdade.... Acordo todo dia sem preocupações, ligo o som e ouço o ardente rock pesado matinal. Os riffs do Dimebag são sempre contagiantes.... ouço cada música como se fosse a primeira vez e fico impressionada com a forma que aqueles mesmos riffs me fisgam como se jamais os tivesse ouvido outrora. Meu dia sempre conta com uma boa dose de Pain of Salvation, aquela banda que me fez descobrir um novo eu, um novo “BE”. É com prazer que há espaço para o bom e velho Rock Progressivo acompanhado do Hard Rock e suas cabeleiras esvoaçantes. Metal progressivo também se faz presente na minha mistura. Conto com Slayer e Sepultura nos momentos de ódio. Músicas românticas passam correndo de vez em quando... quem sabe Still Loving You do Scorpions, Forever do Kiss, This Heart of Mine do PoS, Is This Love do Whitesnake.... Nas noites, eu viro Disco Queen (PoS) e danço até o amanhecer... Matanza aparece com Bom é Quando Faz Mal nos momentos de remorso. Como uma boa menina, eu também ouço Alanis e Foo Fighters. Na solidão, ouço High Hopes do Pink Floyd.... percebo como uma música pode alcançar a perfeição sem muita frescura e tenho vontade de brindar à existência do The Division Bell. Espero que o Jazz e o Blues me acompanhem para sempre também, quero ser aquele tipo de velhinha descolada. Quando me sinto louca, ouço System of a Down. Toda essa música é minha companhia. Haveria outra melhor? Há quem diga que sim. Há quem diga que não.
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